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Naturena

Hipertermia Oncológica

UM PASSO GIGANTE NO TRATAMENTO DO CANCRO

 

A hipertermia Oncológica apresenta-se como um meio inovador e eficaz no combate ao cancro ao conseguir destruir células cancerígenas de uma forma não invasiva e sem necessidade de internamento. Carateriza-se pelo aumento induzido da temperatura do corpo acima do nível fisiológico (39ºC a 45ºC) de forma local e profunda. O equipamento atua através de um gerador de 600W e 13,56 MHz que dirige a frequência até à zona tumoral. Esta terapia representa um passo gigante no avanço do tratamento do cancro e é tida como uma das abordagens mais prometedoras, desta forma:

 

  • É indolor e não invasivo, aplicado via externa recorrendo a duas antenas (elétrodos) ajustáveis e com modulação de frequência segundo os diferentes protocolos patogénicos;

 

  • É feita localmente, no tecido tumoral, numa dose térmica ótima;

 

  • Como não excede a boa tolerância térmica, consegue preservar os tecidos saudáveis circundantes;

 

  • Não são conhecidos efeitos secundários, nem é necessário internamento, sendo estes os principais benefícios relativamente à quimioterapia, radioterapia e cirurgia;

 

  • No entanto, pode ser utilizada de forma isolada ou combinada com as terapias tradicionais (quimioterapia, radioterapia e cirurgia);

 

  • O aumento da temperatura conseguido, nos órgãos afetados, promove uma maior sensibilidade nas respetivas células tumorais, otimizando-se assim os benefícios esperados da quimioterapia, radioterapia e cirurgia;

 

  • Favorece o aumento do fluxo dos fármacos da quimioterapia na zona corporal onde eles mais fazem falta;

 

  • Promove um efeito analgésico relevante;

 

  • Melhora a reparação do ADN celular, danificado pela radio e quimioterapia;

 

  • Alivia os efeitos secundários produzidos pela acumulação de radicais livres provenientes de sessões de radioterapia;

 

  • Acelera a destruição das células neoplásicas hipoxícas, aumentando 1,5 a 5 vezes o efeito da radioterapia;

 

  • Minimiza o risco de malignidade de tratamentos radioterapêuticos;

 

  • Ao simular o mecanismo de defesa fisiológica (febre), provoca a libertação de substâncias reguladoras com efeito protetor para o organismo doente, aumentando a ação imunitária do mesmo;

 

  • Em fase pré-operatória, facilita o trabalho do cirurgião, uma vez que o volume da massa tumoral é reduzido, mesmo que na avaliação inicial seja considerado inoperável;

 

  • Como as células tumorais possuem uma membrana alterada, conseguimos provocar a sua apoptose (morte celular programada) devido ao sobreaquecimento induzido;

 

  • A falta de vascularização do tumor provocada pela terapia gera uma hipoxia crónica, favorecendo a sua ação terapêutica;

 

  • A hipertermia altera o ciclo mitótico da célula cancerosa, inibindo a sua multiplicação;

 

  • O equipamento assume algoritmos específicos para inibição da produção de proteínas de choque térmico (resistências desenvolvidas pelas células tumorais);

 

  • O paciente recebe o tratamento em 10 sessões, cada uma de 50 a 90 minutos, consoante o tipo de tumor, em regime ambulatório (sem necessidade de internamento);

 

  • As contraindicações para a sua utilização são muito poucas, reduzindo-se aos casos de bypass e de próteses metálicas vizinhas da área a tratar;

 

  • Alem dos efeitos terapêuticos, os benefícios estendem-se por um aumento da qualidade de vida nas pessoas que recebem este tratamento;

 

  • É aprovada e recomendada pelo American Institute for Câncer, provando não só a sua eficácia, como também a sua seriedade;

 

  • Tem incrementado resultados de sobrevivência e qualidade de vida dos pacientes;

 

  • Além do tratamento de tumores, esta terapia pode ser usada para muitas outras patologias, nomeadamente as de carater inflamatório e imunitário;

 

  • O equipamento está a ser implementado em muitos hospitais (públicos e privados) e clinicas privadas nos EUA, Europa e Ásia;

 

2016.03.01 - Naturena (25).jpg

 

A hipertermia aparece como o 5º pilar do tratamento oncológico, depois da cirurgia, quimioterapia, radioterapia e tratamento por Medicinas Integrativas. Podemos concluir que o seu uso poderá ser aplicado juntamente com as novas terapias oncológicas emergentes, como a terapia genética, cirurgia reconstrutiva com células mãe, radiocirurgia estereotáxica, vacinas anticancerígenas e novos fármacos.

 

Até breve,

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Dr. João Gil Pereira

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